20
ago
11

Na face do povo está estampado o retrato da indignação, da frustração e da impotência.

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29
jul
11

História de Kátia

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Contra Capa de Zero Hora e capa do DG, conta a história de Kátia.
Com as articulações atrofiadas devido ao crescimento excessivo,Kátia Rodrigues,moradora de Gravataí que sofre de gigantismo e tem 2m37cm de altura, está há anos sem caminhar e pede ajuda para adquirir um andador capaz de suportar o seu peso.

25
jul
11

Família Brasil

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Famílias com um monte de filhos agora é coisa do passado. Uma pesquisa aponta que caiu o número de filhos entre casais jovens de baixa renda.

05
jul
11

Vítimas da vida.

Especial do Diário Gaúcho, Sobreviventes.

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01
jun
11

PRATO DE ALEGRIA.

A DIGNIDADE DE UM PRATO DE COMIDA.

Todo ser humano deve ter direito a um prato de comida. Mas, conforme as leis dos homens, nem sempre isso acontece. Cada vez mais a população passa fome.
No bandejão popular de Porto Alegre, a vida tem uma outra história. Passam por ali todos os tipos de pessoas. O vendedor de algodão doce colorido, o pipoqueiro, o morador de rua, o aposentado. São tipos heterogêneos, mas, na mesa do bandejão, todos estão felizes, com a comida boa e quentinha, que sustenta o corpo e alimenta a alma.
Muitos tem rostos judiados, sofridos. Corpos fracos e jogados à própria sorte. Gente que não teve ou perdeu o rumo na vida.
Diante da refeição, eles se transformam. O prato vem quentinho, e a comida é boa, feita com carinho. Este carinho vai tomando conta do ambiente e contagiando a todos.
Os movimentos são calmos, de ternura, e os olhares tranqüilos. Muitos são criativos e fazem saladas com doações que receberam para deixar a comida mais gostosa. Alguns entram pulando ou eufóricos na fila do bandejão, felizes da vida. São momentos de alegria na luta pela sobrevivência. A rua tira este brilho do olhar, a harmonia, a condição humana.
O bandejão não só mata a fome das pessoas, mas também ameniza a desigualdade social. Lá encontramos exemplos de vida como o do senhor Edison, que veio da Bahia, onde muitas vezes não tinha o que comer, e teve oportunidade de trabalho em terras gaúchas.
Bom, agora vamos correr, fazer o movimento, como dizem os manos. Fazer um trocado para, no outro dia, pagar um real por mais um prato. O movimento é contra a fome, mas, para muitos, é questão de vida. Vida digna, dignidade humana.

Marcelo Oliveira (relato de uma pauta)

08
mai
11

Mãe e Mãe…

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21
abr
11

Meu trabalho na banca de jornais.

Seu José Borges Ribeiro, 60 anos, teve sua banca de revista destruída por uma árvore que caiu com o vendaval do dia 16 de Abril. Perdeu todas as revistas e jornais, mas não perdeu sua vida. “A vida continua, aqui e minha vida.”

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16
abr
11

Não brinque ai guri…Triste!

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11
abr
11

Leilão PB.

Venda de fotos:

Como o facebook é um canal onde várias pessoas estão se falando e se vendo, tive a ideia de expor meu trabalho e vender coleções exclusivas do meu acervo.

A primeira coleção vai ser de Paraty em Preto&Branco 10 fotos. Quem fizer a melhor oferta leva as fotos em tamanho 30×40 e com certificado de cópias única. Vai funcionar como um leilão, quem fizer o maior lance, leva. O tempo para dar o lance é de 5 dias.

Aproveite. Valor inicial R$500,00.

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04
abr
11

Vida dura, Vila da Paz…

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